Programação

  • ESCOLA DE ORAÇÃO 1

    Porque não sabemos Orar como convém

     

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     Apresentação do Curso

    I. EMENTA 

    Você pode dizer, sinceramente, que está satisfeito com sua vida de oração? Percebe o que está envolvido moral e espiritualmente neste exercício da fé cristã? Tem experimentado constância, perseverança e intimidade crescentes com Deus nessa área de sua vida? Essa é uma classe para cristãos que compreendem que não sabem orar como convém e anseiam por entendimento espiritual e renovo na Palavra para crescer nessa área.

    II. OBJETIVO GERAL 

    O Objetivo Geral deste curso, é contribuir na consolidação de sua fé e caráter cristão, ajudando-o, neste Ano da Adoração na IPN, a desenvolver seu relacionamento de intimidade com Deus, a compreender o caráter essencial da oração na vida cristã; aprofundar de maneira crescente seu relacionamento pessoal com o Pai; e mobilizar cada irmão para a oração, de modo a fortalecer moral e espiritualmente o corpo de Cristo, como condição essencial para servirmos a Deus e ao próximo, testemunhando de Jesus e proclamando com graça e poder o Evangelho no dia a dia.


    III. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 

    Esperamos que, com a graça de Deus, ao final deste curso estejamos aptos a:

    • 1) Compreender os princípios bíblicos, teológicos e práticos envolvidos numa vida de oração constante e perseverante como meio de graça e crescimento em Deus.
    • 2) Se tornar, cada vez mais, um homem/mulher de oração que vive pela fé e se guia pela Palavra, buscando e consultando a Deus em cada área, situação e desafio que for chamado a encarar.
    • 3) Assumir uma nova postura em sua vida de oração, tomando atitudes que otimizem a qualidade e a quantidade de tempo, energia e fé investidos na oração pessoal intima e também Comunitária.

    VIII. BIBLIOGRAFIA:
    LIVRO-TEXTO DA EBD
    BÍBLIA SAGRADA. Edição Almeida Revista e Atualizada. SBB.
    Leituras Bíblicas Recomendadas: Evangelho de Lucas e Salmos
    LEITURA BÁSICA
    1- A Confissão de Fé de Westminster. Cultura Cristã.
    2- Bounds, Edward M. Poder pela oração. São Paulo: Editora vida, 2010.
    3- kelly, Douglas. Se Deus já Sabe, Por Que Orar? São Paulo: Cultura Cristã, 2009.
    4- Piper, John. Em busca de Deus. Sede Publicações, 2008.

    LEITURA Complementar

    1- O estudo do tema da Oração, em perspectiva Reformada, no site: www.oestandartedecristo.

    2- BEEKE, James W. e Beeke, Joel R. Developing a Healthy Prayer Life. Grand Rapids, MI: Reformation Heritage Books, 2010.

    3- Complete Works of E. M. Bounds on Prayer: E. M. Bounds. Westminster Bookstore.

    4- Fasting: Answering Common Questions by: Guy M. RICHARD.
    http://thirdmill.org/magazine/article.asp/link/http:%5E%5Ethirdmill.org%5Earticles%5Eg uy_richard%5Eguy_richard.FastingAnsweringCommonQuestions.html/at/Fasting:%20Ans wering%20Common%20Questions

    5- HYDE, Daniel R. Dias de Jejum e Oração na Tradição Reformada. São Paulo: Os Puritanos, 2012.

    6- PINK, Arthur Walkignton. “Um Guia Para A Oração Fervorosa”- Tradução disponível em www.oestandartedecristo.

    7- SPROUL, R. C. A Oração Muda as Coisas? São Paulo: Editora Fiel.

    8- YANCEY, Philip. Oração: ela faz alguma diferença? São Paulo: Editora Vida, 2007.

    9- HALLESBY, O. Oração. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1963.

    IX. SITES REFORMADOS:

    http://reforma21.org/
    http://reformation21.org/
    http://tempora-mores.blogspot.com.br/
    http://thirdmill.org/
    http://www.challies.com/
    http://www.monergismo.com/
    http://www.radical.net/

     

    • Professores do Curso

       

      <<<< foto do prof >>>>

      Presb. Amaro Oliveira da Paixão

      Formação -

      Ministérios na IPN - Presbítero e Professor da EBD

      Família - esposa Karla, filhas
      Heloisa e Ramob

      Heloisa Oliveira Machado

      Formação -

      Ministérios na IPN - Professora da EBD.

      Família - esposo: Ramon, filhas

       

      • Aula 1 - Por que não sabemos orar como convém?

        Aula 1 - 08/02/2015

        Por que não sabemos orar como convém?

        NOSSA TOTAL DEPENDÊNCIA  X SUA COMPLETA SUFICIÊNCIA ; A intercessão do Filho e do Espírito Santo

        1- Objetivos -ao final da aula os alunos deverão:

        • Reconhecer e confessar a necessidade pessoal de aprofundar sua vida de oração;
        • Compreender algumas verdades bíblicas que revelam nossa completa INSUFICIÊNCIA e DEPENDÊNCIA de Deus e sua perfeita SUFICIÊNCIA, como base essencial para um renovo e maior compromisso de oração por parte de cada um.
        • Tomar uma atitude em relação à própria vida de oração, atendendo a algum dos desafios que serão colocados para a turma a cada encontro.

        2- Introdução
        Texto bíblico - Rm. 8: 26 - A intercessão do Espírito
        Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis.
        Quais seriam os impedimentos ou o que caracterizaria essa FRAQUEZA da qual nos fala o texto de Romanos? Pense nisso. Anote. Ore.

        Tudo isso nos remete à uma verdade: somos pó, totalmente insuficientes para tudo e Ele é nossa Salvação, inclusive para que lhe peçamos tudo. Vejamos os seguintes textos:
        Ver: Salmos 103:14; Salmos 3:5
        Salmos 139:1-18 - O salmo descreve com riqueza a nossa fraqueza e insuficiência e a suprema grandeza e cuidado do Pai para conosco. Nossa insuficiência é inversamente proporcional à Sua soberania e suficiência cheia de graça. O problema é que, com frequência, nos recusamos a enxergar isso!.

        "Indisputavelmente, é este o primeiro e mais seguro índice de um coração posto em oração. Tanto quanto me é dado ver, a oração é uma medida facultada apenas a quem se reconhece insuficiente". Hallesby, P.12

        3- Desenvolvimento
        3.1 A melhor das noticias -  Somos duplamente assistidos. Ladeados pelo Filho e pelo Espírito que intercedem por nós diante do Pai.
        Romanos 8: 26 e 34
        Tanto o Filho como o Espírito Santo são apresentados aqui como advogados, intercessores:
        παρακλητοσ parakletos palavra raiz;  1b) pessoa que pleitea a causa de outro com alguém, intercessor parakletos palavra raiz; TDNT- 5:800,782; n m 1) chamado, convocado a estar do lado de alguém, esp. convocado a ajudar alguém 1a) alguém que pleitea a causa de outro diante de um juiz, intercessor, conselheiro de defesa, assistente legal, advogado 1b) pessoa que pleitea a causa de outro com alguém, intercessor. Strongs

        3.2- É Jesus que nos move a orar. 
        Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.   Apocalipse 3:20 
        "Não é nossa oração que motiva o Senhor Jesus. É Jesus quem nos move a orar. Ele bate. Nossa oração é sempre o efeito de bater Jesus à porta de nosso coração".                             
        "Orar é nada mais que erguer os olhos da fé para com o Salvador, que diante de nós está a bater em meio a uma de nossas necessidades, com o fito de obter acesso à nossa tribulação, cear conosco e glorificar seu nome." O. Hallesby

        3 - A Oração é uma atitude de coração, uma disposição de espírito. 


        Isaías 66.1-2 Assim diz o SENHOR:O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés; que casa me edificareis vós? E qual é o lugar do meu repouso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e todas vieram a existir, diz o SENHOR, mas o homem para quem olharei é este:o aflito e abatido de espírito e que treme da minha palavra.

        Que casa me edificareis ? Assim como uma casa não é um LAR, se não houver o aconchego, o afeto e o relacionamento aquecendo o coração da familia. ( a idéia e a palavra lar vem de lareira- lugar de se aquecer), um templo não é um lugar para Deus se manifestar, se ali não existirem homens que o busquem, o temam e se relacionem com ele. Deus não está a procura de repouso. Ele criou todas as coisas e TUDO, absolutamente tudo e todos, são dele.
        Ele está a procura de quem deseje se relacionar com Ele. Adoração é relacionamento próximo, intimo, profundo e transformador.
        Então Deus mesmo diz quem ele procura: alguém aflito e abatido de espirito e que treme da sua palavra.

        4- Conclusão e Aplicação
        Tomara compreendamos o momento de oração sempre com este sentido sublime de pecadores totalmente insuficientes sendo visitados por JESUS,um DEUS cheio de graça e verdade, expressão exata da majestade de Deus!

        1- Precisamos reconhecer que não sabemos orar como convém. Não há, muitas vezes constância, nem perseverança, nem intimidade em nossa vida de oração.
        2 - Encare a realidade de sua completa INSUFICIÊNCIA e confesse sempre sua dependência dele: EM TUDO! Tudo é tudo mesmo!
        3- Faça uma lista de 10 coisas, pelo menos, que vc faz costumeiramente e tente enxergar cada uma delas Sob a ótica do" sem mim, nada podeis fazer". Veja a que conclusão chega e converse com o Senhor sobre isso.
        4- Considerar o seguinte desafio de oração - durante a próxima semana: Quem não tem ainda, estabelecer um tempo e lugar separado para oração; acrescentar  à sua rotina de oração algo novo; um tempo maior na presença íntima do Senhor, sem pressa;  uma constância maior deste tempo especial de oração  durante a semana;  organizar um diário ou agenda de oração;  participar, pelo menos uma vez, de qualquer de uma das reuniões de oração que acontecem na IPN.

        5- Assista ao vídeo do YouTube: Derrota nas orações - John Piper - no You tube (1'26")


        • Aula 2 - 22/02/2015

          Por que Jesus orava, mesmo sendo DEUS? A necessidade humana de oração 

          OBJETIVO: Compreender os princípios bíblicos, teológicos e práticos envolvidos numa vida de oração constante e perseverante como meio de graça e crescimento em Deus. (CP)


          ROTEIRO: O QUE É ORAR? - QUEM É JESUS? - PORQUE JESUS ORAVA? - EXISTE CRENTE FIEL SEM ORAÇÃO?


          O QUE É ORAR? "Orar é basicamente apresentar a Deus, mediante Jesus Cristo e com a ajuda do Espírito Santo, nossos desejos, necessidades, confissão de pecados, intercessões, agradecimentos." Rev. Augustus Nicodemus

          CONTINUA...



          • Aula 3 - O chamado mais importante: o prazer em Deus na oração

            Aula 3 - 01/03/2015

            O chamado mais importante: o prazer em Deus na oração

            O tema focaliza o chamado primário de Deus para nós: um relacionamento pessoal com ele, comunhão íntima, prazer e alegria Nele!

            "Nenhum cristão pode ter alegria completa sem comunhão vital com Jesus Cristo. Conhecimento sobre ele não basta. Trabalhar para ele não basta. Precisamos ter comunhão pessoal, vital com ele";                                                 Piper John. Em busca de Deus, p. 146

            Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Jo.17.20-21

            Jseus orou por nós, para que participássemos do relacionamento profundo e íntimo que há na trindade! Como desenvolver esse relacionamento? Como descobrir o prazer em DEUS na oração? Como, nos alegrar nele pode se tornar o centro de nosso tempo com Deus, se estamos frequentemente preocupados com os problemas, contaminados pelo pecado, preocupados com o futuro e inquietos com as lutas? Como beber dele e saciar nele a sede de nossa alma de tal forma que tudo o mais, sabemos, nos será acrescentado?

            Objetivos - ao final do encontro, os alunos deverão:
            1- Compreender como o chamado pessoal de Deus para um tempo e lugar de oração é o chamado mais importante da vida;

            2- Tomar a decisão, com a assistência do ESPIRITO SANTO, de estabelecer Prioridade nº 1 a esse chamado, identificando os impecilhos para uma vida de oração e um relacionamento intimo com Deus;

            3- Planejar, especificamente, como superar esses impecilhos e estabelecer ou aprimorar esse tempo/ lugar de oração intimo com Deus.

            DESENVOLVIMENTO 

            Como desenvolver esse relacionamento? Como descobrir o prazer em DEUS na oração?

            1- Na oração, nos damos a conhecer ao Pai:Sl.34.5,15; Sl.36.9; Sl.18.8;  Sl.36.15-16

            2- Na oração, Ele se dá a conhecer a nós: Jeremias 29.11-14; Sl.25.14

            3- A Cruz é o lugar permanente de encontro com Deus: Heb.10.19-23.

            "A verdadeira oração está fundamentada em um relacionamento genuíno exatamente com a pessoa do próprio Deus através do trabalho realizado pelo salvador na colina do Calvário". kelly, p. 37

            DESAFIO

            Identifique os empecilhos na sua vida de oração  e planeje como enfrentar cada um deles a fim de estabelecer ou aprimorar esse tempo/ lugar de oração:

            ReEstude sua agenda semanal
            Determine o período
            Defina o lugar
            Escolha um trecho da Bíblia para guiá-lo.
            Medite sobre a Cruz, sempre é excelente começo;
            Mantenha um diário de oração

            "Se você quer renovação em sua vida de oração, você tem de planejar para atingi-la". Piper, p. 152

            Não desista! Não desanime! Persevere! Insista! Tente novamente! Vale a pena! Ele é o Manacial de águas vivas e quer nos saciar Dele mesmo! 

            • Aula 4 - 08/03/2015

              Por que (parece que) DEUS não ouve minha oração? 

              Pensando sobre a FÉ

               

              • Aula 5 - 15/03/2015

                Se Deus já sabe, por que orar? 

                Pensando sobre a Soberania e Providência de Deus

                Pensar sobre soberania e providência de Deus, ler sobre isso, orar sobre isso, aprender, meditar, é como aproximar-se de uma sarça ardente que nos maravilha, nos deixa perplexos, nos atrai e enche de temor, no mesmo tempo. A soberania do Senhor e sua providência na vida dos homens é o lugar onde ele se manifesta de maneira gloriosa e misteriosa, leva a nos aproximarmos com reverência e santo temor, desejar sua gloria e nos convida a remover nossas proteções, nossos ideias próprias e pensamentos humanos: o terreno é santo e somente sua graça nos introduz nele.

                Talvez, as seguintes indagações já tenham passado por sua mente:

                Por que, se Deus é sábio e onisciente, o cristão precisa orar?

                Como DEUS pode atender os pedidos de uma oração se seus propósitos são imutáveis?

                Se Deus é soberano, sua vontade será cabalmente cumprida, qual o propósito da oração? Isso fará fará alguma diferença? 

                SOBERANIA DIVINA: o que significa?  Vejamos alguns textos:

                1- Sua grandeza é infinita - Jó 26.6-14

                2- Seu poder é ilimitado - Hb.11.3

                3- Sua vontade é irresistível - At.4.26-28

                4- Sua sabedoria é absoluta - Rm. 11.33-36

                5- Seus desígnios são perfeitos  -Rm. 9.19-24

                PROVIDÊNCIA DIVINA: o que significa?

                 "A providência pode ser pensada como atividade de Deus agora". P.130 Grudem. Vejamos alguns textos:

                1- A intervenção de Deus na história de um povo - Sl.78

                2- A presença de Deus na vida de um povo - Ex.3.6-9

                3- Os marcos de Deus na vida de seu povo - Sl.145

                Como a ORAÇÃO se encaixa nessas duas verdades fundamentais sobre o nosso Deus: Soberania e Providência? 

                Hb. 11.6 - De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.    

                1 - A oração é um passo de fé! Expressão singular de nossa confiança nele!

                Deus não finge que escuta e considera nosso clamor, mas ele de fato espera e pesa nossos pedidos se o fazemos com fé, na mediação de JESUS e em conformidade com sua vontade. "A fé é gerada pela Palavra, mas é exercida quando oramos". A.W. Pink. Deus é Soberano, p. 129

                2- A oração é lugar de relacionamento pessoal e ADORAÇÃO!

                DEUS, em sua soberania, não era obrigado a fazer nada por nós! E Ele poderia fazer de mil maneiras, sem se envolver tanto com nossa miséria; mas ele fez de maneira incontestável, irrefutável, inigualável, abrindo um acesso surpreendente a nós, que passamos de mortos, condenados, banidos e de filhos da Ira, para a posição de FILHOS de DEUS! 

                3- Na oração, Deus permite a nós, criaturas, nos envolvermos, de modo significativo, em um plano de importância eterna: o seu Reino.

                 Por algum motivo, que não cabe em nosso vão conhecimento, Deus resolveu realizar sua vontade impelindo simples homens e mulheres a clamar por ela! Por que? É um mistério!  "Intervenção divina e envolvimento humano geralmente trabalham juntos". SWINDOLL, P. 173

                4- A verdadeira oração é uma vacina contra a soberba.Is.66.1-2

                " O verdadeiro reconhecimento da soberania de Deus humilha de um modo que nenhuma outra coisa o faz".

                " A oração foi planejada por Deus para nos humilhar". A.W. Pink, p. 129      

                5- A oração do povo de Deus muda o modo como  Ele age. Lc.18 

                "Certas coisas acontecem porque pessoas oram, e (está implícito) que essas coisas não teriam acontecido se as pessoas não orassem". A providência de Deus - Paul Helm, p. 129

                "Longe de serem vãs, as orações são instrumentos, entre outros, por meio dos quais Deus cumpre seus decretos". A.W.Pink, p. 131

                DESAFIO 

                Chegar pelo menos 15 minutos antes nas reuniões ou cultos que for participar para interceder por si, pela Igreja, para que Deus se manifeste e seu reino venha e sua vontade seja feita. Se queremos intervenção de Deus e respostas, é na oração que vamos buscá-las. 



                 





                  


                 





                • Aula 6 - 22/03/2015

                  Qual a utilidade do jejum? 

                  • Aula 7 - 29/03/2015

                    O que vem a ser a oração em línguas?

                    • Aula 8 - 12/04/2015

                      Principios Práticos para a oração - Um olhar sobre o Pai Nosso

                      • Aula 9 - 19/04/2015

                        Encerramento e Auto-avaliação